quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Agenda 21

A Agenda 21 é um programa de ação, baseado num documento de 40 capítulos, que constitui a mais ousada e abrangente tentativa já realizada de promover, em escala planetária, um novo padrão de desenvolvimento, conciliando métodos de proteção ambiental, justiça social e eficiência econômica.

Trata-se de um documento consensual para o qual contribuíram governos e instituições da sociedade civil de 179 países num processo preparatório que durou dois anos e culminou com a realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUMAD), em 1992, no Rio de Janeiro, também conhecida por ECO-92.

Além da Agenda 21, resultaram desse processo cinco outros acordos: a Declaração do Rio, a Declaração de Princípios sobre o Uso das Florestas, o Convênio sobre a Diversidade Biológica e a Convenção sobre Mudanças Climáticas.

Protocolo de Kyoto - Mudança de Clima


O Protocolo de Kyoto é um acordo internacional ligado às Nações Unidas sobre Mudança do Clima. A principal característica do Protocolo de Kyoto é que estabelece metas obrigatórias para 37 países industrializados ea Comunidade Europeia para reduzir gases de efeito estufa (GEE) de 2008. Estes equivalem a uma média de cinco por cento face aos níveis de 1990 mais de cinco anos do período - 2012.

A principal distinção entre o protocolo ea convenção é que, enquanto a Convenção de encorajou os países industrializados para estabilizar as emissões de GEE, o Protocolo obriga a fazê-lo.

Reconhecendo que os países desenvolvidos são os principais responsáveis pela alta dos actuais níveis de emissões de GEE na atmosfera como resultado de mais de 150 anos de atividade industrial, o protocolo impõe uma pesada carga sobre as nações desenvolvidas sob o princípio de "responsabilidades comuns mas diferenciadas".

O Protocolo de Kyoto foi adoptado em Kyoto, no Japão, em 11 de Dezembro de 1997 e entrou em vigor em 16 de fevereiro de 2005. As regras para a implementação do Protocolo foi adotado na COP 7 em Marrakesh, em 2001, e são chamados "Acordos de Marrakesh".



Ecologia

Vou falar de ecologia
Pra quem sabe um dia
A gente possa ver
A nossa mãe Natureza
Com sua grandeza
Nos agredecer
Vou despoluir os rios
E sua nascentes
Quero proteger
Quero ver nossas palavras,nossas florestas
Numa grande festa
Por poder crescer
Quero ver o arco-íris
Desenhar no céu
Um grande coração
Como se estivesse
Nos dizendo obrigado
Pela boa ação
Quero respirar ar puro
Me sentir seguro
Para contemplar
Um futuro de alegria
Terra mais sadia
Pra nos abrigar
Um mundo novo
Pra gente poder viver
A Natureza a gente tem que defender
Um mundo novo
Pra gente pode brincar
A Natureza a gente deve ajudar

Planeta Água - Guilherme Arantes

Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias e matam a sede da população
Águas que caem das pedras no véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas no leito dos lagos, no leito dos lagos

Água dos igarapés, onde Iara, a mãe d'água é misteriosa canção
Água que o sol evapora, pro céu vai embora, virar nuvem de algodão
Gotas de água da chuva, alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva, tão tristes, são lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos são as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro fundo da terra, pro fundo da terra


Terra, planeta água...


http://www.vagalume.com.br/guilherme-arantes/planeta-agua.html#ixzz17ZCGpZIH

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Grupo Doce Harmonia

http://grupodoceharmonia.blogspot.com/

Boa tarde pessoal!!
Hoje vim com um link muito legal
alguém aqui gosta de música popular brasileira? E música erudita?
pois é, o Doce Harmonia, gravou em 2009 dois CDs
O Aquarela Brasileira e o Sopro Clássico.
Quem quiser conhecer um pouquinho do grupo ai esta um breve resumo, interessados em saber mais, só entrar em contato, ai vai meu email: esther_inha@hotmail.com
Conto com vocês
Obrigada.!

O projeto Doce Harmonia foi elaborado e implantado no ano de 1996, no Conservatório Estadual de Música Cora Pavan Capparelli (CEMCPC) em Uberlândia pelas professoras Alice Pereira Pacheco e Maria Tereza Borges Rezende e propõe um trabalho com crianças e adolescentes, hoje também com alunos da 3° idade, que com pouco tempo de aprendizagem no instrumento flauta doce são convidadas à prática de conjunto, priorizando o crescimento global do educando sem obter resultados imediatos. Além do encontro semanal, momento no qual se pratica a música em conjunto, procura-se oferecer aos integrantes do projeto oficinas de Flauta Doce na escola e mesmo em outras cidades, palestras, participações em concursos, assim como oportunidades para apresentações em público do repertório trabalhado, na Escola e comunidade.

A idéia de um projeto na área de prática de conjunto surgiu da experiência pessoal das autoras no ensino coletivo de Flauta Doce em duas escolas de ensino regular na década de 80.

A partir de 2006 o projeto Doce Harmonia, conta com a aprovação da Secretaria do Estado de Educação de Minas Gerais (SEEMG) e a participação da professora Maristela Alvim, (regente do grupo).Em 2007 foi possível realizar a gravação de um DVD, e em 2009 foram gravados em estúdio e lançados mais dois CD´s.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Vida
É o amor existencial.
Razão
É o amor que pondera.
Estudo
É o amor que analisa.
Ciência
É o amor que investiga.
Filosofia
É o amor que pensa.
Religião
É o amor que busca a Deus.
Verdade
É o amor que eterniza.
Ideal
É o amor que se eleva.
Fé
É o amor que transcende.
Esperança
É o amor que sonha.
Caridade
É o amor que auxilia.
Fraternidade
É o amor que se expande.
Sacrifício
É o amor que se esforça.
Renúncia
É o amor que depura.
Simpatia
É o amor que sorri.
Trabalho
É o amor que constrói.
Indiferença
É o amor que se esconde.
Desespero
É o amor que se desgoverna.
Paixão
É o amor que se desequilibra.
Ciúme
É o amor que se desvaira.
Orgulho
É o amor que enlouquece.
Sensualismo
É o amor que se envenena.
Finalmente, o ódio, que julgas ser a antítese do amor, não é senão o próprio amor que adoeceu gravemente.